Vc prefere ser forte ou ter mais chances de sobreviver?

Lá na academia que freqüento vão inaugurar aulas de Krav-Magá. Quando eu li esse nome pela primeira vez, há anos atrás, juro que pensei que fosse uma técnica de desenho japonês, mas rapidamente descobri o real significado. Tenho um professor de matemática que também dá aulas dessa luta, e trocamos algumas idéias sobre o assunto. Então, acho que vou trocar a malhação pelo Krav-Magá! Se avaliarmos a violência hoje em dia, posso justificar a escolha dizendo que é instinto de sobrevivência. Ótimo não?

Mudando o rumo da conversa, mas sem mudar de assunto, eu já tentei me matricular numa academia dessas no Centro do Rio, mas o horário era um pouco complicado pra mim. Aliás, no Centro do Rio tem cada curso estranho: aulas de cristais energizantes, aulas de massagem oriental, aulas de banjo, aulas de arte abstrata… Minha próxima meta depois do Krav-Magá é entrar num curso de cerâmica erótica. Então, se você quer minha amizade já vá se acostumando com a possibilidade de ganhar um pênis de argila no seu aniversário…

Semana Rocky Balboa

Depois de mais de 2 anos de TV por assinatura finalmente esse dinheiro está valendo a pena. Não vou me deter a analisar cada um dos filmes, até porque é obrigação SUA ver os filmes. Mas só te peço que não me telefone nesta semana entre 21h e 23h, porque estarei me deliciando com uma das melhores franquias da história do cinema.

ps.: “Te Pego lá Fora” na Sessão da Tarde. Dica do Cosme, que infelizmente não pude aproveitar devido ao trabalho… merda!

 

 

O que fizeram conosco…

 

Eu odiava meu nome quando era moleque. Sempre tive vergonha na hora da chamada em sala de aula, mas com o tempo fui me conformando. Mas conhecer um cliente chamado Vancleves foi demais pra mim. Daria tudo pra conhecer os pais dele! Acho genial esse negócio de colocar nome em filho. As pessoas deveriam avaliar bem, e pensar que é uma marca que a pessoa carregará para o resto da vida. Conheço um cara que esperou fazer 18 anos e deu entrada no juizado para trocar de nome (não, ele não trocou de sexo). Hoje se chama Francisco, e não revela nem na base da porrada qual era o nome anterior. Um vizinho meu colocou o nome do filho recém nascido de Beltissassar! Isso mesmo! Beltissassar!

Quando eu tiver meu filho, adoraria batizá-lo com algum nome de imperador romano: Augusto, César, Otávio, Marco Antonio, e por aí vai. Melhor que Vancleves e Beltissassar, não é?

Coragem…

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(update): O lance dos nomes acho que é a velha história dos pais que querem que os filhos sejam o que eles nunca foram. Só que ao invés de obrigar meu futuro filho a tocar clarinete, dançar salsa, fazer natação, ou qualquer outra coisa que ele não queira, coloco um nome forte. Os maiores conquistadores da história ascenderam ao poder bem jovens: Alexandre o Grande, Napoleão, Dario, Bill Gates, Sergei Page e Larry Bin… Já estou com 26, e pelo andar da carruagem não vou dominar o mundo, então vou dar um nome de imperador romano pro meu filho… Vai que dá certo? Vou poder usar um adesivo no carro “Não sou dono do mundo, mas sou PAI do dono”… :P

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Mas isso ainda não explica Beltissassar. Muito menos Vancleves.

Mãe é mãe!

Quando eu era pequeno, minha mãe me disse que tinha certeza que eu iria me tornar um homem jovem, lindo e bem-sucedido. Pois é, nós ainda estamos esperando por isso…

Mãe, te amo!!!!

Nos aceite como mídia!!! Nós também temos know-how!!!

Menos de um mês de volta na “blogosfera” e já estou com uma impressão que em geral os blogs têm um complexo de inferioridade. A quantidade de eventos, posts, textos, artigos e afins com o título “Está na hora de blog virar mídia?” me deixam meio desorientado. Mas blog já não é mídia?

Quando eu parei de blogar em 2004, as coisas eram mais simples. Cada um na sua, fazendo seus posts, e tinha público pra todo mundo. Acompanhei como expectador a mudança das coisas por aqui. Quando eu resolvi criar este blog eu sabia exatamente onde estava pisando. E ouvindo o último Braincast ainda vejo os blogueiros querendo que a mídia tradicional os trate de igual para igual.

Será que isso é preciso? Quando a Nokia quis divulgar seu N95, procuraram o Alexandre Ottoni e o Deive Pazos, quando a Kibon quis divulgar o novo picolé, procurou o Antonio “ctrl + C/ctrl + V” Tabet; e vários outros exemplos provam que internet não serve só pra fazer buzz marketing, mas para fazer propaganda direta mesmo. Acho que esse desejo de serem aceitos como mídia é um reflexo. É uma reação, não uma ação. É fruto de um preconceito dos jornalistas que não conseguem acompanhar o ritmo dos blogs, e quando criam o seu, são meramente replicadores de notícias do jornal impresso, não criadores de conteúdo.

Até porque, pare e pense: você não deixou de ler um blog só porque viu um post pago, assim como não deixou de assistir o Milton Neves só porque ele fez propaganda de lamina de barbear, ou câmera digital.