Quem me conhece sabe que sempre fui muito fã do MetallicA. Os caras fizeram a virada dos anos 80 para os anos 90 arrasando tudo no metal, criaram o melhor álbum de metal da história, e o segundo melhor álbum de rock, fizeram a segunda maior turnê de uma banda de rock (4 anos e meio na estrada, só ficaram atrás dos Stones, que ficaram 5 anos na turnê de um mesmo álbum), criaram clássicos que empolgam o público até hoje e marcaram um estilo no metal: bateria não muito veloz, mas muito pesada, guitarras sempre com a corda Mi grave solta e solos muito mesclados com a base da música. Mas hoje em dia, estão devendo bastante aos fãs.
Do outro lado do universo headbanger, estava o Megadeth (e não “Megadeath”, como eu sempre achei que fosse). Considerado um som veloz demais além da conta e uma banda com músicos muito técnicos, viveram injustamente na sombra do MetallicA por anos. Inclusive caíram na pilha do baterista Lars Ulrich, que acusou o Megadeth de ser “uma banda que não aceita correr riscos, por isso não são tão bons quanto nós”, e fizeram um álbum cheio de batidas industriais/eletrônicas, que foi massacrado pelo público e crítica. Aí, eu me deparo com este CD chamado “United Abominations”. E confesso sem o menor pudor: quase caí pra trás!!!!!
Muitos fãs do Megadeth aprovaram esse CD, pois ao contrário do polêmico álbum “Risk”, este é um resgate ao thrash metal do início da carreira. E para mim, que sempre tive um preconceito bobo com os caras, e que só foi justificado quando vi o Dave Mustaine cantando em playback no Woodstock ’99, “United Abominations” é o melhor CD de metal que ouvi nos últimos anos.
Já na faixa de abertura fiquei pensando: porque o MetallicA não continuou assim? Todos os riffs do CD são rápidos, consistentes e precisos, ao contrário de muita banda por aí que apenas acelera as batidas, mas sem direção alguma. Depois, “Washington is Next” eleva a qualidade do CD às alturas. O refrão é direto, melódico e dá vontade de sair pulando batendo cabeça. As músicas seguintes mostram como o Megadeth consegue se manter fiel ao trash metal que Dave Mustaine ajudou a criar: bateria rápida e precisa, solos na velocidade da luz, mas sem perder a qualidade, e vocal rasgado, como tem que ser. “Gears of War” começa mais lenta, mas tem o melhor refrão do álbum. A coisa vai se mantendo boa, até “Burnt Ice”, que fecha com chave de ouro!
A formação da banda muda constantemente, e muita gente preferia o baterista Nick Menza, mas.. who cares??? Vou providenciar meu ingresso, porque o show dos caras deve ser foda!
Melhor música: “Washington is Next”. Fiquei voltando toda hora!
6 Maio, 2008 às 6:52 pm
Olá, tudo bom?
Estou passando por aqui para sugerir parceria. Dá uma passada lá no geradorii.com e caso te interesse, me responda por e-mail, em ewaldy_marengo@hotmail.com
Abraços e fico no aguardo
6 Maio, 2008 às 11:07 pm
dessa vez eles vão tocar no rio?
e é triste concordar com essa comunidade aqui… =/
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=2061437
7 Maio, 2008 às 9:31 am
Obrigado.. Info agradável…
Se Você Precisar de UM Blog, Tente Olhar “Leoxa.com”
(Os Temas São Tão Atraentes)
7 Maio, 2008 às 1:50 pm
propaganda pra caralho, hein?
14 Outubro, 2008 às 5:53 pm
[...] 4 – Por uma grande ironia do Deus-Metal, “Death Magnetic” divide o título de melhor álbum de metal do ano adivinhe com quem… [...]
21 Junho, 2009 às 12:15 am
hi