Comentário engraçaralho do dia:
“O Robinho deveria mudar de esporte e ir pro triatlo. Ele corre, pedala, e nada, nada, nada…”
José Simão
Arquivado em: carioquices, inutilidades, nacional | 3 Comentários »
“O Robinho deveria mudar de esporte e ir pro triatlo. Ele corre, pedala, e nada, nada, nada…”
José Simão
Arquivado em: carioquices, inutilidades, nacional | 3 Comentários »
Amar é… deixar de ver Hulk para ver Sex and The City com a amada!
Sim, eu vi, e mesmo sem entender a maioria das referências ao seriado, eu gostei! Não era telespectador assíduo da série, mas já vi o suficiente para saber quem é quem.
O filme se situa bem no fim do seriado, e além de pretender ser um final feliz para todas as personagens, passa uma mensagem positivista de que não é apenas a amizade masculina que é verdadeira, mulheres também pode ter ótimas amigas. O filme, de uma forma resumida, é uma exaltação a simplicidade das coisas, e como você é feliz HOJE e não vê!
Não tenho muito o que escrever, apenas que o filme é intenso, divertidíssimo, leve, e mesmo com altos e baixos [como a aversão a água do México, um preconceito tipicamente infundado americano], com certeza será um sucesso de bilheteria.
Arquivado em: cinema, internacional | 5 Comentários »
Vamos parar de hipocrisia?
Quem é fã mesmo de Guns and Roses, e conhece um mínimo de blogs que disponibilizam links para baixar CDs, já baixou e já ouviu o “Chinese Democracy”. O Cd já está pronto há anos, e só não foi lançado porque antigos membros da banda lutam judicialmente para que esta banda não use o nome “Guns and Roses”. Não vou colocar link para download nenhum aqui e me arriscar a ter que comparecer no MP para esclarecer qualquer coisa, mas também não vou posar de mentiroso, dizendo que não faço isso. Acho que já passou da hora de começarmos a ver a distribuição de mp3 com olhos digamos, menos acusadores. Enfim, não vou me deter muito nesse tema, até porque o Merigo, Cris Dias e cia. já fizeram isso muito bem no Braincast #9 – Episódio 007. Vamos ao que interessa?
O novo CD da banda é bom, mas só pra quem tem maturidade para entender que o tempo não parou para Axl Rose. Infelizmente tem muita gente esperando ouvir um “Use Your Illusion III”, e “Chinese Democracy” com certeza não é isso.
O álbum reflete a maturidade musical de um artista que liderou a banda mais importante dos anos 90, e emplacou pelo menos 3 hits em cada álbum lançado. As músicas não são tão diretas como antes, e neste álbum a banda usa e abusa sem medo dos recursos de estúdio, efeitos de guitarra, voz, e batidas mais modernas. “Better” é o melhor exemplo disso: guitarras com efeitos modernos, vozes de fundo, estilo anos 90 até o talo, e um solo de guitarra eficiente.
Aliás, infelizmente o novo guitarrista vai ter que carregar esse peso nas costas por muito tempo ainda: o maldito substituto de Slash. É difícil ocupar a vaga de alguém tão bom no que faz, e que ao mesmo tempo imprimiu sua cara e seu estilo na banda.
“The Was a Time” demora um pouco a “engatar”, o que pode soar estranho aos fãs mais conservadores, mas tem um ótimo refrão, cortado por solos e riffs muito bons! “Catcher in The Rye” conta com a participação mais que especial de Brian May, e juntamente com “Blues” traz de volta as baladas que faziam o contra-ponto nos álbuns antigos, como “Don’t Cry” e “Paradise City”.
A ironia do destino reside no tema do álbum. Ao satirizar que “a democracia chinesa começa agora”, Axl não esperava que em 2008 a China fosse sede das Olimpíadas, e fosse a economia emergente mais poderosa do mundo.
Enfim, não tem nenhuma pérola neste álbum, e honestamente não acho que deveríamos cobrar tanto de uma banda que mudou de formação tantas vezes e enfrenta batalhas judiciais a todo momento para ter o direito de lançar este CD, que é diferente do que se espera do Guns, mas não chega a ser ruim. Mas se esse álbum for realmente lançado, espero que seja o início de uma retomada para Axl e cia. Afinal, se o Aerosmith conseguiu, porque não o Guns?
Arquivado em: internacional, álbuns | 5 Comentários »
A pessoa que trabalha fazendo o calendário de provas da minha faculdade e colocou as provas para se iniciarem no dia 12 de junho deve ser uma pessoa sozinha na vida. Só pode!
Feliz Dia dos Namorados!
Arquivado em: carioquices, mondo bizarro | 8 Comentários »
.
Lembrei dessa frase do meu amigo boêmio Alexandre. Um canalha de marca maior, mas super gente boa. Dia desses ele me deu uma carona de Niterói a Botafogo, e mexendo no porta-luvas achei um CD com as inscrições “PIAM”. Perguntei o que significava, e ele sem o menor constrangimento me disse que era o CD “Pra Impressionar A Mulherada”.
Uma seleção de músicas que ele não ouve porque não gosta, mas põe pra tocar quando quer impressionar uma mulher no carro. O set list vai de Sade a Marisa Monte, passando por Ana Carolina, Roupa Nova, Nora Jones, Lenine, Teatro Mágico, The Police, Pet Shop Boys, e por aí vai… Pode falar, é ou não é o cara???
.
ps1: se vc está se perguntando o que ele diz se uma mulher pergunta o que significa PIAM, eu perguntei.
Ele afirmou que quando vai buscar uma mulher em algum lugar, já chega com o CD tocando a primeira faixa, então não tem problema.
ps2: se vc acha que isso foi canalhice demais, saiba que o ursinho Poof pendurado no retrovisor dele tem a mesma finalidade. Segundo ele, as mulheres adoram!
Arquivado em: carioquices, mondo bizarro | 14 Comentários »
Quando essa onda de nostalgia dos heróis anos 80 começou (culpa do Stallone), muita gente fez previsões malucas, que viria um novo “Curtindo a Vida Adoidado”, um novo “De Volta para o Futuro”, e por aí vai. Acho que certos filmes não precisam desse tipo de oportunismo. Mas por outro lado, acho que essa geração merece a chance de assistir na telona heróis de uma época tão gloriosa. Enquanto “Duro de Matar 4.0” se limita a ser um episódio morno de “24horas”, e “Rambo 4” dá a impressão que os demônios interiores do personagem-título finalmente se foram, “Indy 4” fica na zona segura, e dá aos espectadores tudo o que eles esperam de seu herói.
O quarto filme do Sr. Jones tem todos os elementos que fizeram do personagem um dos mais carismáticos da história do cinema. Está tudo lá: o medo de cobras, o chapéu, a relação pai-filho, a aventura, o inimigo estrangeiro, enfim, tudo! Até mesmo o pôster de divulgação do filme segue o lay-out dos filmes originais.
Harrison Ford, mesmo com sua idade avançada, carrega o filme nas costas, e desde a primeira aparição nos deixa tranqüilos com suas tiradas sarcásticas e seu jeito de quem sempre sabe o que está fazendo. O elenco manda muito bem, pois dá um tom nostálgico, e mesmo personagens novos lembram a intensidade de personagens dos 3 filmes anteriores. O sotaque de Cate Blanchet pode parecer forçado demais para alguns, mas não compromete o todo. Pelo contrário, dá um tom caricato que cai muito bem para o filme.
As referências aos outros filmes estão por toda parte. Seja na aparição da Arca da Aliança, seja no que aconteceu com o pai do protagonista, seja na relação conturbada de Indy com seu filho. É impossível não perceber nas cenas entre Indiana e seu filho uma homenagem ao terceiro filme.
Destaque para a declaração de amor de Indy para Marion dentro do caminhão no meio de uma perseguição, e para a geladeira voando no meio do deserto (uma referencia a “De Volta para o Futuro” que só quem é muuuuito fã vai entender).
Arquivado em: cinema, internacional | 10 Comentários »